Sobre
Aprendi cedo a ficar quieto.
Sou Petrus Lucchesi, treinador comportamental, hipnoterapeuta, palestrante e autor de A Identidade Roubada. Nasci em Londrina, no Paraná, e vivo em Portugal. Aqui conto como cheguei a este trabalho e o que procuro deixar na vida de quem passa por ele.

A minha história
Do canto do pátio à frente da sala.
Fui o menino gordo que gaguejava e ficava no canto do pátio da escola, esperando a hora passar. Aprendi cedo que aparecer era arriscado. A gagueira era o que os outros viam; por dentro, fui construindo um silêncio inteiro em volta dela.
Aos vinte e um anos entrei na Polícia Militar do Paraná. A farda me dava por fora um valor que eu ainda não sentia por dentro.
A virada começou num treinamento de inteligência emocional que uma prima insistiu para eu fazer. Foi ali que comecei a resolver o que estava aberto havia décadas. Pouco depois veio a minha primeira palestra. Gaguejei, com certeza. Mas, pela primeira vez, o nervoso era sobre as pessoas na sala.
Escolhi palestrar por causa da fala, e não apesar dela. Falei em todo lugar que me davam espaço, estudei sem parar e deixei a corporação para me dedicar ao desenvolvimento humano, que é o meu trabalho desde 2017. Em 2019 recebi o convite para trabalhar em Portugal, e é aqui que vivo hoje.
“Antes de me ensinarem a ser menos, eu fui inteiro.”
Em números
Uma trajetória construída na sala.
Números de toda a minha trajetória como palestrante e treinador.
Por que este trabalho
O que mais me machucou foi achar que eu era o único.
Durante muitos anos, carreguei tudo sozinho, calado e com um sorriso por fora. Com o tempo, entendi que aquilo que mais me feriu era também o que me preparava para ajudar quem passa pelo mesmo.
O que eu quero para quem passa por mim: que a pessoa perceba o que o medo foi decidindo no lugar dela, entenda que o que aconteceu não é o fim e volte a escolher a própria vida, com a própria voz.
Para onde eu quero levar isso: a mais gente, em Portugal e, depois, no Brasil, de um jeito que ninguém precise atravessar sozinho o que descobre sobre si.
Como eu conduzo
No que eu acredito quando estou com pessoas.
Não tenho respostas prontas nem soluções mágicas. O que eu ofereço é a minha história, com verdade, e as perguntas que ela me ensinou a fazer. O resto do caminho é de cada um.
Verdade
Contar a história inteira, inclusive as quedas. Não aumentar números nem resultados.
Cuidado
Cuidar de cada detalhe da sala e de cada pessoa, e encaminhar quando o caso pede outro profissional.
Coragem
Confrontar o comportamento que prende a pessoa, sem nunca humilhar quem está ali.
Responsabilidade
A escolha é sempre da pessoa. O trabalho existe para fortalecer a autonomia dela, e não para criar dependência.
Pertencimento
Ninguém atravessa sozinho. Nos treinamentos, o grupo faz parte do caminho.
Fé
É o meu fundamento pessoal. Eu vivo a minha fé, e não a imponho a ninguém.
O livro · A Identidade Roubada
Quem você deixou de ser quando cresceu?
Escrevi A Identidade Roubada para que quem lê se sinta menos sozinho no que carrega.
No livro, conto a minha história e a forma como entendo a identidade: ela vai se formando pelo que a gente vive, pelo sentido que dá a isso, pelo que escolhe e pelo que repete. É a minha leitura, aprendida na minha história e em anos de sala. Não a apresento como teoria científica: ela é o que me ajuda a fazer boas perguntas a quem está diante de mim.
Formação
A prática de sala sustentada por formação.
Formação construída ao longo dos anos em comportamento, terapia, sistemas familiares e neurociência.
- Treinador comportamental
- Master Trainer em PNL
- Coach e Master Coach Integrativo Sistêmico
- Hipnoterapeuta
- Facilitador de Eneagrama
- Constelador familiar sistêmico
- Pós-graduado em Neurociência
- MBA em Liderança e Coaching na Gestão de Pessoas
Cuidado e limites
Intenso, e por isso conduzido com cuidado.
- Antes de cada treinamento, cada participante preenche um formulário de saúde.
- Em cada experiência, a pessoa escolhe até onde vai. Ninguém é obrigado a nada.
- O meu trabalho não substitui acompanhamento psicológico ou médico. Quem está em terapia continua.
- Quando o caso pede outro profissional, eu encaminho. Pedir ajuda é o ato de coragem mais difícil que existe.
Quer trabalhar comigo?
Experiências em grupo, palestras, atendimento individual e aulas gratuitas. Veja qual caminho combina com o seu momento.